O nefando crime do aborto


Para pontuar a comemoração do Dia do Nascituro, ontem, 8 de outubro, o Procurador do Estado de Sergipe, José Paulo Leão Veloso Silva, publicou um artigo intitulado “O nefando crime do aborto”. Ele faz uma conclamação a todos os católicos para uma defesa intransigente e sem trégua

do direito à vida. “A defesa da vida desde a concepção é dever de todos, mas sobretudo do cristão. É inconciliável a defesa do aborto e a fé católica”, disse José Paulo.

Leia o artigo na íntegra

O nefando crime do aborto

O “aborto” direto é uma prática moral e juridicamente inaceitável, o assassinato de um inocente incapaz de defender-se ou, sequer, clamar por socorro. No Brasil ele é sempre criminoso, contudo não punido nas hipóteses em que a gestação decorre de estupro ou coloca em risco a vida da mãe.

A prática se alastrou pelo mundo em razão do patrocínio de fundações internacionais, como a Fundação Ford e a Rockefeller, que investiram pesadas somas de dinheiro para sua difusão, inicialmente sob o fundamento da necessidade de controle da população mundial; Tem-se no ano de 1952 o marco da política de promoção do aborto, com a criação, por John Rockefeller III e mais 26 especialistas em demografia, do Conselho Populacional.

A defesa da vida desde a concepção é dever de todos, mas sobretudo do cristão. Cristo, o Justo, entregou sua vida para a salvação dos injustos, sendo o assassínio de uma criança no útero materno o extremo oposto à sua conduta. É inconciliável a defesa do aborto e a fé católica, prevendo o Código de Direito Canônico, no cân. 1398, a pena de excomunhão automática a quem o pratica ou de qualquer forma com ele colabora.

Os grupos católicos de proteção da vida desde a concepção convencionaram o dia 08 de outubro como o dia do nascituro, sendo de imensa importância que o clero dedique orações e recomendações quanto à necessidade de defender-se intransigentemente a vida, principalmente daqueles menores e mais indefesos.

Nas missas dominicais deve-se dar destaque especial ao valor da vida intra-uterina.

Como disse Madre Tereza de Calcutá ao casal Clinton, em fevereiro de 1994, em encontro nos Estados Unidos, ”...o maior destruidor da paz no mundo de hoje é o aborto, porque é uma guerra declarada contra a criança, uma morte pura e simples, um assassinato por sua própria mãe. Se aceitamos que a mãe tem o direito de matar ela mesma seu próprio filho, como poderemos dizer aos outros que não se matem entre si ?”

José Paulo Leão Veloso Silva

Procurador do Estado de Sergipe

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