Fieis celebram Festa de Frei Miguel, rezando pela Beatificação do “Apóstolo de Aracaju”


Os frades capuchinhos e todo o povo de Deus da Arquidiocese de Aracaju festejam, nesta terça-feira, 9, os cincos anos da partida do Frei Miguel para a casa do Pai. Uma missa solene será celebrada às 19h, na paróquia São Judas Tadeu (bairro América), concluindo uma programação iniciada no sábado, dia 6. A festa tem um significado todo especial porque se cumpriu o tempo canônico exigido pela Igreja para o início do processo de Beatificação do religioso capuchinho, em nível arquidiocesano. A abertura oficial está confirmada para o dia 9 de maio.

Para o Frei João Paulo, pároco da Igreja dos Capuchinhos, o Frei Miguel continua muito presente na vida do povo sergipano, no cotidiano de pessoas de todas as classes sociais. “Todos conservam no coração a figura daquele frade simples, de barba branca, que acolhia a todos, que veio da Itália e aqui se tornou apóstolo, evangelizador”, disse. Aquele que ficou conhecido como “Apóstolo de Aracaju” foi um ministro de Deus sempre disponível, o pai espiritual de uma grande legião de fieis.

Na etapa arquidiocesana do processo, uma Comissão Histórica – formada por professores universitários, pesquisadores e religiosos – irá desenvolver uma profunda pesquisa sobre todos os aspectos da vida de Frei Miguel, coletando documentos e entrevistando testemunhas. Imediatamente após a aprovação pelo Arcebispo, os resultados da fase diocesana são transferidos para a Congregação para a Causa dos Santos, em Roma.

O Frei João Paulo salienta que 2018 será um ´ano chave´ nesse processo de Beatificação. Ele exorta os fieis no sentido de rezarem nessa intenção, podendo entrar em contato com a Igreja dos Capuchinho para esclarecimentos e comunicação de possíveis graças. A partir da abertura da fase arquidiocesana, os devotos já podem fazer referência a Frei Miguel como “Servo de Deus”. As graças alcançadas devem ser informadas pelo e-mail: freimiguel@igrejadoscapuchinhos.com.br

História

O Frei Miguel nasceu em Cíngole, na Itália, em 30 de outubro de 1908. Foi ordenado em 1934. Animado pelo ideal missionário, veio para o Brasil, aportando em Salvador-BA no dia 28/10/1935. Como vigário serviu nos municípios sergipanos de Maruim, Santo Amaro, Rosário do Catete e General Maynard. Em 1963 foi enviado para Aracaju, onde, juntamente com o frei Faustino, construiu o Convento São Judas Tadeu. Foi em Sergipe que ele exerceu com maior intensidade e dedicação sua atividade pastoral e missionária, por quase 50 anos.

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