Regional da CNBB aponta os grandes desafios da evangelização na Bahia e Sergipe


Termina nesta quinta-feira, 30, em Salvador, a Assembleia de Pastoral do Regional NE 3 da CNBB. Com o tema “A cultura urbana e os desafios para a evangelização”, o encontro acontece desde segunda-feira, 27. Bispos, padres e leigos representantes das diversas pastorais e movimentos presentes no Regional avaliaram a caminhada realizada pela Igreja nos Estados da Bahia e do Sergipe, nos últimos quatro anos.

Além do arcebispo metropolitano, Dom João José Costa, também representaram a Arquidiocese de Aracaju o padre Rogério de Jesus Santana (coordenador arquidiocesano de Pastoral), e ainda membros e coordenadores das pastorais Carcerária e da Pessoa Idosa, e da Dimensão Bíblico-Catequética.

O bispo de Camaçari e presidente do Regional, Dom João Carlos Petrini destacou a importância da temática refletida ao longo dos dias da Assembleia. “A escolha do tema foi muito acertada. A qualidade das apresentações e a facilidade com a qual todas as pessoas interagiram perguntando e compartilhando experiências é algo a ser destacado. Para nós, fica a pergunta: como evangelizar em ambiente dominado por uma cultura urbana? É uma cultura do individualismo. Essa reflexão trará muitos frutos, nos ajudará a pensar melhor as nossas atividades pastorais”, afirmou.

A dinâmica desses dias de Assembleia proporcionou diversos momentos de oração e partilha das experiências vividas pelas pastorais, organismos e movimentos presentes no Regional. Para a coordenadora da Comissão Bíblico-Catequética, Terezinha Barbosa, “a Assembleia é um momento de encontro e convivência. Estamos reunidos com nossos bispos e diversos coordenadores das pastorais. A experiência e conhecimento adquiridos aqui tornam esse tempo muito especial, rico para a caminhada do Regional como um todo”, compartilhou.

A avaliação da caminhada revelou avanços e desafios no trabalho desenvolvido. O novo secretário geral do Regional e bispo de Propriá, Dom Vitor Agnaldo Menezes, aponta alguns dados dessa avaliação. “Creio que duas prioridades foram bem vivenciadas em nossas dioceses: a missionariedade e a catequese. Percebemos que na maioria das dioceses se trabalhou a questão da missão. A catequese também avançou muito em nossas comunidades. Percebo que a dificuldade maior está na sustentabilidade das nossas ações”.

Além do caráter avaliativo, a Assembleia de Pastoral marcou o início do planejamento das atividades pastorais para os próximos anos. Dom Petrini lembra que só em 2019 serão definidas as prioridades pastorais para o próximo quadriênio. “As próximas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora para a Igreja do Brasil já estão sendo preparadas e serão apresentadas na próxima Assembleia Geral, que será realizada em abril do próximo ano. No entanto, o tema refletido em nossa Assembleia já nos prepara para receber as Diretrizes que virão”, pondera o presidente do Regional.

Uma novidade vivenciada esse ano foi a reunião por Comissões Pastorais. Há pouco tempo a estrutura do Regional foi reorganizada e teve como referência a CNBB Nacional. “Pela primeira vez, nessa assembleia, estamos reunindo as comissões pastorais seguindo o modelo de organização da CNBB Nacional. Acreditamos que isso vai facilitar o nosso intercambio e vai favorecer uma dinâmica de crescimento para as pastorais”, contou Dom Petrini.

Para o coordenador regional da Pastoral Carcerária, Franco Almeida, a nova dinâmica favoreceu um melhor aproveitamento do tempo do encontro. “As discussões foram muito proveitosas. A oportunidade de nos reunirmos por comissões nos ajudou a refletir sobre questões pertinentes aos nossos trabalhos, bem como dar início a um planejamento das atividades do próximo ano”, afirmou.

Com informações e fotos da Assessoria de Comunicação da CNBB N3.

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