A importância e os efeitos da Adoração Eucarística são abordados em entrevista



A extraordinária importância da Adoração ao Santíssimo Sacramento e os frutos abundantes dessa prática na caminhada de fé do povo de Deus foram ricamente abordados na edição de sábado (15) do programa “A Voz do Pastor”, na Rádio Cultura de Sergipe. Esse tema norteou a entrevista concedida pelo professor Marco Antônio Galrão, ministro da Eucaristia na paróquia Jesus Ressuscitado (Jardins), ao padre Genário de Oliveira Júnior, vigário geral da Arquidiocese, que participou do programa durante as férias do arcebispo, na primeira quinzena de janeiro.


A Adoração, observou Marco Antônio, é a continuação do mistério eucarístico do qual os fiéis participam no santo sacrifício da Missa. Para ele, o culto eucarístico por excelência é a Comunhão. Comungar na Santa Missa, enfatizou, é o melhor culto que podemos prestar a Nosso Senhor Jesus Cristo. Para reforçar essa observação, o entrevistado reproduziu um ensinamento precioso de Santa Teresinha do Menino Jesus: “Jesus não se fez Eucaristia para ficar trancado em um sacrário, para ser levado em procissões ou para ser simplesmente adorado. Ele se fez Eucaristia para ser comungado”.


“Uma hora de Adoração ao Santíssimo Sacramento vale mais do que todo apostolado do mundo”. Essa frase, atribuída ao papa São João Paulo II, foi recordada por Marco Antônio para enaltecer a importância de ajoelhar-se diante de Jesus Sacramento, um dos momentos mais fortes e fecundos de nossa vida cristã. Quando tomamos consciência do valor dessa prática também assumimos a nossa vocação de discípulos e apóstolos. O professor disse que constata com grande alegria um expressivo crescimento do número de adoradores em algumas comunidades paroquiais da Arquidiocese.


O padre Genário também colocou que “devemos nos esforçar para vencer todas as barreiras para um crescimento espiritual sustentado na Adoração Eucarística”. Ele disse que frutos desse sacrifício são formidáveis para as pessoas e para as comunidades. O clérigo pontuou que a Igreja de uma cidade do México passou a realizar a Adoração Perpétua e alcançou graças extraordinárias. Uma delas foi a redução de elevadíssimos índices de violência. “Uma paróquia ou diocese que tornam eucarísticas nunca deixam de ser retribuídas por Nosso Senhor”.


Sobre a sua experiência pessoal, Marco Antônio, disse que todas as vezes em que visita o sacrário ele se coloca diante de um “Jesus abandonado, que espera por mim o tempo inteiro, que quer me ver, conversar comigo, e que se alegra com a minha presença”.